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Metalúrgicos do ABC tomaram a Anchieta (Foto: Marize Muniz)

Centrais sindicais e movimentos populares realizam nesta quarta-feira (15) atos em todo o país contra o Projeto de Lei 4330/04, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa.

Cinco centrais participam da mobilização: Central Sindical e Popular-Conlutas, CTB, CUT, Intersindical e Nova Central. A UGT não participa, mas divulgou manifesto contra o PL 4.330. A intenção é que todas as categorias filiadas a um desses sindicatos paralisem suas atividades pela quantidade de horas que cada uma julgar adequada. Serão fábricas, portos, bancos e estabelecimentos comerciais em protesto.

Segundo a CUT, estão confirmadas manifestações em Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Teresina e Vitória.

Em São Paulo, os protestos começaram às 3h30, com condutores do Vale do Paraíba se mobilizando em frente à Embraer, em São José dos Campos, segundo informações da CUT-SP. Em São Bernardo, os Metalúrgicos do ABC fizeram uma grande passeata na Via Anchieta (foto). Bancários também estão mobilizados em atividades em frente às agências.

Os sindicalistas esperam maior concentração na capital paulista, onde o ato começa em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiesp), na avenida Paulista, a partir das 15h. Ao mesmo tempo, a Central de Movimentos Populares (CMP) fará manifestação no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Às 17h, os dois atos rumam para o Largo da Batata, , em Pinheiros, onde se juntarão ao ato “Contra a Direita Por Mais Direitos”, puxado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Ale´m da terceirização, a pauta da atividade inclui o fim das doações de empresas para campanhas eleitorais e o combate à redução da maioridade penal. Os manifestantes, posteriormente, farão caminhada até a Paulista, onde o ato deve se encerrar.

Deputados temem repercussão

O texto-base do PL 4330 foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 8 de abril e tinha prevista votação de emendas e destaques na terça-feira (14). No entanto, lideranças partidárias pediram ao presidente da Casa, Eduardo Cunha, o adiamento da votação. O motivo foi a grande repercussão negativa nas ruas e redes sociais, onde os movimentos estão denunciando os deputados que votaram pela aprovação do projeto como “traidores dos trabalhadores”.

Apenas três dos 28 partidos com representantes na Câmara ficaram oficialmente contra o projeto: PT, PCdoB e PSOL. O projeto ainda passará por votação no Senado antes de ser enviado para a sanção presidencial.

(Com informações de Carta Capital, Rede Brasil Atual e CUT-SP)

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